quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Sofreguidão...

Angústia que me castiga,
seja noite ou seja dia, sem
me apontar distração,
o tempo se mostra estranho,
domina-me de jeito tamanho,
faz doer meu coração...
Já não comando meus passos
sou presa da situação,
meus nervos não são de aço
respiro sofreguidão...
Onde está meu livrearbítrio,
me disseram que eu teria,
vivendo dessa agonia,
liberdade é ficção...
Oh vida, tu sois ingrata, não
pondo as horas em minhas mãos,
quero o toque da virada, quero
vinho e emoção...
A paragem me sufoca e a espera
aqui me trava,
paciência é o que me falta,
por loucura de minha'lma que
está apaixonada...

Livinha