quarta-feira, 22 de junho de 2011

A união faz a força…

Amarrei-nas pelos cabelos
e fiz o sorteio,
fechei os olhos, peguei o
inteiro e dei um nó pelo meio...

Espevitaram entrelaçadas,
a baterem o pé,
mãos em desesperos buscaram
o desmanche e na contrafé
se exaltaram!

Estrebucharam a dar em conta
Não estava nada fácil as solturas
do emaranhado...

Entre a luta do suponho
às alturas já era um drama,
a canção não era harmônica
e os repuxos em contradança...

E se renderam ao cansaço,
pós-guerras travadas de
sobrevivência...
O impulsivo deu continência,
o orgulho baixou a guarda
e a esperança, benevolência...

Uniram-se em gestos,
administraram o instante,
se apegaram ao modesto
no reaver do agravante...

É diante das circunstâncias
que se aprende a lição,
onde não há equilíbrio
não se alcança a libertação...

Livinha

força