sexta-feira, 27 de maio de 2011

Crescente mulher pequena...

A menina espevitada, brinca livre,
leve e solta, no jardim todo encantado
de fantasias afoitas...
Nas meias os carrapichos entre risos
a correr, ouvindo das rosas os cochichos,
anseios de bem querer...
Olhos vivos curiosa, espreita o que
vai além, a saber da lua nova o mesmo
amor que ela tem....
Serelepe aos céus encena, sob outonos
primaveras, crescente mulher pequena,
brilha a flor que em si revela...
Enquanto rede balança, a um novo sol
faz entrega, não míngua, deita e descansa,
jungi a noite ao sonho dela...



Livinha