quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Sorvi-te


Ah poeta dos meus versos
sorvi cada gesto desse tema
deitei-me sob o breu de céu aberto
uníssonos, as estrelas luziram cenas...

E os acordes todos do universo,
soaram clarim na voz dum trovador,
a deusa lira em extase fez-se plena,
e ao encanto menestrel se entregou...

Dos alpes, picos ascenderam,
e a noite úmida, orvalhou a flor
em percussão, corpos ecoaram canto,
explodindo quão vulcão, lavas de amor...
Sorvi...

Tudo....

Porque sorvo o que os teus olhos dizem...