quinta-feira, 1 de julho de 2010

Sempre contigo...


Nunca te sintas por mim abandonada
posso ser o vento que passa ligeiro
um galho de árvore caído a seu lado,
ou a sensação de afago em teus cabelos

Das estrelas, posso ser a luz que brilha
e no despontar da vida, tua guia.
Borboletas revoando sobre as flores,
mãos que estendes a teus amores....

Nas diferentes fases, posso ser a Lua
no breu da metade e da outra o clarão,
como posso ser no infinito a liberdade,
o enlace dos laços em teu coração...

Entre riscos e rabiscos a velha caneta,
ou papel amassado, jogado ao chão,
posso ser o teu suor, surrando camisa,
até mesmos teus pés, calejados ao chão...

Uma folha que cai, uma gota de chuva,
na noite o silêncio rompido em canção,
posso ser a sinfonia ou até a serenata,
uma nota só tocada, do grilo um refrão

Não. jamais te sintas abandonada
em todas as caras por tudo por nada,
sou de ti todos os versos, o sempre alado,
nas letras que te subscrevo, apaixonadas...


By Inspiração