quarta-feira, 21 de abril de 2010

S.O.S. alma...


Não tenho números de vidas
vida? apenas uma
tenho cifras de idas e voltas,
e da carne, trocentas unhas...

Morte?, não sei o que é isto,
levanto das catacumbas
sou livre e do universo, gênese
sou dela o princípio, sou única...

Do preceito, sou constante viajor
de reformas necessito,
dante a vinda sou espírito, depois
alma nascitura, em corpo bendito...

Tenho meu tempo, predestinado
na minha aparente inocência,
não sou obra do acaso,
fonte de amor, súplica, clemência...

Portanto, não me roube a existência,
de mim aqui, a vestimenta é o lar
lembre-se: sou de ti a consciência,
permita-nos a oportunidade abraçar...


Lívi@petitto