sexta-feira, 30 de abril de 2010

Na minha rebeldia...


Tantos já foram os risos,
como tantos foram os choros,
tantos caprichos, muito o querer,
mas não aprendi a perder...

Tantas tentativas de acertos,
no meio de tantos erros,
e no anseio de minhas vontades
se precisar erro de novo...

Nas minhas incoerências, tantas
negligências,
não pensei, me atrevi e arrisquei
tentei viver os meus deleites
e arrependimento não é a minha lei

Amei com a mesma intensidade
com que muito devotei amor por mim
e desse amor nunca duvidei,
como nunca acreditei nele, o fim

Sim, eu sempre fui muito rebelde,
julguei por vezes ser a dna da verdade,
porque já em minha tenra idade,
ansiava voo nas asas da liberdade

Sou ainda um pouco de tudo isso,
sou difícil, mas e daí? há uma raíz!
Não quero minha'lma envelhecendo
junto com meu corpo, renovo no
meu jeito próprio, de ser feliz...

Possuo passagem da breve viagem,
na poltrona, não sei que lugar terei,
em curso longo e a concurso de assertivas,
os afetos e conquista, é tudo o que levarei...