segunda-feira, 1 de março de 2010

Alma...


Essa alma que não dorme,
apenas de sonhos, se alimenta e move
e nos horizontes mais longiquos,
se comove...
Da cama, apenas um corpo se levanta
e ausente dela, segue...
Houve chamados, mas alienado,
ante palavras ouvidas, esquece...
Alma de abandono, que sequer estaciona,
ousada fuga do presente,
ainda que não te coloque às vistas,
sois estampa colorida, sensória ao que
o molde sente...
O que a faz ansiosa, nessa inquietude
tão súbita,
e nas buscas sem resposta, pra tua casa
não voltas,
de resistente forma escusa...


Lívi@petitto