segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Bodas de Prata...


O sim, já havia sido dado, desde o momento daquele encontro marcado, mas as pratas somente seriam contadas, diante do recíproco sim, do casamento, quando as quatro operações estimadas, seriam efetuadas na construção durante o relacionamento...
Dois seres completamente distintos, mesmo, em face dos mesmos ideais, trazendo na bagagem apenas a chave, dos sentimentos reais...
As dificuldades, foram muitas, mas havia o amor bem a contento, disponível à vontade e à renúncia aos sentimentos recíprocos, nos braços da força mútua...
As brigas, ocasionadas no lar, insinuantes a querer destruir tudo, porém o elo inquebrantável, da harmonia, intercedia, quebrando orgulhos... E diante de cada vitória, a Fé conquistada naqueles corações plenos de amor, percebiam pratas a jorrarem sobre ambos, sob as bençãos do Senhor...
Inesperadamente, deu-se o princípio familia, chegando o primeiro rebento, e o dito "subtraendo" necessário a formação, a manifestar exemplos. Segundo tempo, novo membro da prole que aponta e o divisível gritando: Êpa, estou dentro!
e os dado entes felizes, ensinando, e aprendendo, nas somativas das manifestações... no despontar das tendências, perceptíveis em outros laços de afeição...
E o tempo correndo solto, passageiro e apresentador de surpresas, de suspenses e até transtornos...? Porém o amor fortalecendo, sempre no jeito da Fé religiosa, a dispensar conforto...
As chuvas de prata, não paravam de cair, encorajando a travessia, no luzente caminho... e um fruto temporão a surgir, de mansinho... Era a conclusão. A família completava-se, na conta que não cessava nos ganhos que se multiplicavam. Novo afeto, outra vida, que Deus a mim confiara...
Muitos choros e risos, muita crença foi preciso para o alcance da superação,
mas graças ao meu bom Jesus, nunca desanimei, diante de minha missão...
A vida se mostrara para mim, deverasmente enfadonha e no desânimo, rememorava velha frase conhecida de que a "Fé, transporta montanhas..."
Hoje, estou feliz, o companheiro aos olhos já não o tenho, mas o percebo, sorrindo
com brio, apontando as estrelas prateadas que colhemos por anos a fio...
Das Bodas todas as pratas, por nossos dias, das alegrias a Graça, em percebê-lo qual um anjo, desde o início, meio e, como a me encorajar ao fim, na caminhada... Qual garimpeiro, pleno em Prata, as ofertando pra mim...

Salve: 23/Fev./1985

____25 anos____

Lívi@petitto