quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Utopias...


Poltrona verde, fruto de minha utopia,
por tantas vezes, me induziste a sonhar
me deste teu nome, disseste ser a esperança,
e quando adormeço, me levas a passear...

Quantos castelos, já não me apontaste,
quantos encantos, meu coração fez vibrar,
e no borralho, me veste roupas diferente,
havendo um príncipe, querendo comigo valsar...

Sem carruagem, me apontaste um comboio,
seguir à risca, para o encanto não quebrar,
há uma senha e de pronto, acordo em susto,
no trilho estou, pelo horror, a desmaiar...

Não sei se este sonho, acaba alí
existe uma senha, pelo qual, já me esqueci
um príncipe ou um rei, que importa?
estou aqui, eu não morri!


Lívi@petitto