segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Quantas janelas...

Este poema nasceu numa casa amiga,
onde eu sinto prazer de visitar sempre,
Arte & Emoções:http://arteemoes.blogspot.com/
do amigo Rosemildo Furtado


Janelas, quantas delas já não, nos debruçamos,
quantas não sonhamos e quantas não assistimos
passarinhos,nos ares subindo, subindo,
como as flores que vimos, desabrochando...

Somos seres eternamente ingratos desta vida,
por tantas causas que seguimos reclamando,
lembrando apenas, das marcadas frustrações
e esquecidos das coisas que realizamos...

Quantas bençãos já não efetivamos,
no amor que um dia desposamos...
hoje filhos, nos renova a esperança,
por esses netos, a conforta os desenganos


Lívi@petitto



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