quinta-feira, 13 de agosto de 2009

ah, como eu te amo...


Ainda que tão distante, eu te sinto...
me deito, na alvura dos lençóis, à brisa,
e na forma com que no espaço altivo,
sensibilizas, eu te permito...

É noite, feito silêncio alternativo,
das luzes que no universo, brilham
por um encontro estrelar..
as corujas que insinuantes, se embevecem
anti o desejo dos nossos atos, sob as carícias
do luar..

E nas horas divagantes, em noite pura,
dos afagos nos teus braços, sem censura,
eu te sinto nas entranhas mergulhar,
me enalteço no deleite as tuas juras,
e me entrego a magia desse altar...

Acordo, alongando os braços cálidos,
no sensitivo de um corpo inda a vibrar,
no meu sorriso como aurora, o de menina,
ainda percebo, dois corações, a chamejar...

Lívi@petitto


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